Concertação, Cooperação e Coordenação na base da ação da nova equipa da CCDR Algarve .

A eleição da Direção da CCDR pelos autarcas deve ser valorizada como um passo reformista de reforço das regiões.

Em equipa, reunimos com os autarcas dos 16 Municípios e Freguesias da Região, em debates e reuniões que ficaram marcadas pela afirmação do interesse regional e dos contributos de autarcas de todos os partidos sobre os desafios de um desenvolvimento regional harmonioso e sustentável do Algarve.

Queremos desempenhar as competências já previstas na lei no acompanhamento e coordenação das políticas públicas na Região, reunir com regularidade o Conselho de Coordenação Intersectorial e valorizar a cooperação das entidades da administração desconcentrada na Região, aumentar e melhorar a concertação com os autarcas e autarquias, convidando também à participação a AMAL – Comunidade Intermunicipal do Algarve e os representantes das Juntas de Freguesia.

Igualmente vamos chamar o Conselho Regional a uma maior participação na monitorização e acompanhamento das políticas públicas na Região.

Vamos descentralizar os locais de realização das reuniões destes dois conselhos e genericamente assegurar uma maior intervenção e acompanhamento por parte das Juntas de Freguesia.

Uma ação política com base em 3 C’s: Concertação, Cooperação e Coordenação.

Destaque para três áreas de intervenção imediata: implementação das medidas de apoio aos trabalhadores e às empresas, mobilizando meios e vontades para a coesão social e as pessoas, monitorização e

participação ativa na conceção e implementação do plano de recuperação e resiliência na Região, medidas urgentes no domínio da agua e gestão sustentável dos recursos hídricos.

Vamos empenharmo-nos na preparação, diagnóstico e criação de condições para a gradual aglutinação de serviços desconcentrados de âmbito regional na CCDR Algarve.

Em diálogo com o Governo, com os autarcas e com os agentes económicos e sociais da Região preparar o próximo Quadro Financeiro Plurianual 2021–2027 e fechar o atual quadro, melhorando a respetiva taxa de execução e, sempre que possível, aproveitando as verbas ainda disponíveis em linha com as prioridades da agenda ambiental, a inovação , a digitalização e sustentabilidade.

Apoiar as empresas, principalmente as que se diferenciam pela inovação e transferência de conhecimento. Prosseguir e aprofundar as ações centradas na Universidade e no seu contributo para o desenvolvimento regional, designadamente na área do envelhecimento ativo e nas diversas valências da saúde. Contribuir para uma oferta e destino turístico mais resiliente no pós-Covid, com especial enfoque na sustentabilidade, uso racional da água, eficiência energética, fomento da mobilidade suave e elétrica.

Defender, preparar e acompanhar a revisão do PROTAL. Revisitar cada dossier e interagir no sentido, com as autarquias, sermos parceiros nas matérias do ambiente e ordenamento do território, dando especial atenção ao interior da Região.